POR QUE TANTAS MULHERES FINGEM O ORGASMO?

POR QUE TANTAS MULHERES FINGEM O ORGASMO?

Se você está prestes a ganhar um Oscar melhor atriz na cama, aqui estão algumas dicas para fugir do tapete vermelho e chegar ao orgasmo de verdade

Toda mulher já fingiu um orgasmo pelo menos uma vez na vida. Acredite, você não está sozinha. Há estudos mostrando que 60% das mulheres ao redor do mundo mereciam receber um prêmio pela performance entre os lençóis. A gente consegue enganar direitinho, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Indiana, nos EUA, e publicada no Journal of Sexual Medicine. Foram ouvidos 6 mil participantes, e os números mostram o seguinte: 85% dos homens garantiram que sua parceira chegou lá nas últimas relações. Mas apenas 64% das mulheres realmente atingiram o clímax.

São muitos os motivos que levam o sexo feminino a simular pequenos suspiros, gemidos e até dizer palavras que não repetiria na frente da tia para convencer o parceiro. Uma pesquisa da Universidade de Temple, na Filadélfia, nos EUA, revelou alguns deles: o medo de ficar vulnerável, insegurança sobre a própria performance e até usar o fingimento para aumentar a excitação. “É impressionante que nos dias de hoje, com tanto esclarecimento, ainda haja mulheres que simulem o orgasmo”, espanta-se o sexólogo Amaury Mendes Jr.” Mas sempre que há um homem e uma mulher na cama muita coisa entra em jogo”, completa ele. Caso você ainda não saiba, descubra agora quais são os principais fatores que podem levá-la a blefar na alcova.


Medo da vulnerabilidade

Se uma mulher não está emocionalmente pronta para se abrir com o parceiro, fingir pode ser um caminho para manter o cara ao alcance dos braços. “Há uma vulnerabilidade e um risco emocional que vêm junto com o clímax na frente de alguém”, diz Yvonne K. Fullbright, autora de Sultry Sex Talk to Seduce Any Lover (inédito no Brasil). Um orgasmo autêntico exige “uma verdadeira entrega à experiência e nunca se preocupar em ser julgada”, ela diz. As causas dessa pouca coragem em se entregar podem ser muitas: falta de confiança no parceiro, medo de rejeição, de perder a própria personalidade, experiências anteriores com parceiros que se tornam pegajosos demais. Mas, se você resistir a se entregar, é praticamente impossível ter um prazer autêntico.

Falta de consciência sobre o corpo

“Algumas mulheres não sabem exatamente quanto tempo levam para chegar ao clímax ou o que na verdade é preciso para levá-las até lá”, diz Vivienne Cass, autora de The Elusive Orgasm (inédito no Brasil). “Elas veem essas mulheres altamente orgásticas nos filmes e acham que isso é a regra”, ela diz. Enquanto isso, os homens que assistem a filmes pornôs – ou seja, quase todos eles – estão acostumados a assistirem a mulheres chegarem lá em segundos, o que aumenta ainda mais a pressão.


Medo de ficar rotulada

Desde que a pílula anticoncepcional surgiu e liberou a mulher para sentir prazer, atingir o orgasmo passou a ser praticamente uma obrigação. Se não tem que se preocupar em engravidar, o que a impede de chegar junto, certo? “Recebo meninas de 16 anos em meu consultório preocupadas por não atingir o clímax”, conta Mendes Jr. A mídia, ao mostrar mulheres indo e voltando do céu junto com o parceiro como quem pega o metrô, acentua ainda mais a ideia de que é muito simples, de que qualquer um consegue a qualquer momento. E, se não conseguir, é porque é frígida. Ninguém quer esse rótulo.


Rotina

Quando o casal transa sempre às sextas-feiras depois da pizza, é quase inevitável aquela sensação de “Vamos acabar logo com isso que eu tenho cabeleireiro amanhã logo cedo”. E o caminho mais rápido, no geral, é fingir. O sexo, para funcionar como um caminho de mão dupla, precisa de certo empenho. “Não basta chegar, fazer e achar que o orgasmo está garantido”, diz Mendes Jr. Se você não estiver disposta a dispender energia, será apenas um ato mecânico.

Achar que está sendo traída

Um estudo da Universidade de Columbia, nos EUA, divulgado em novembro, mostrou que mulheres que não estão muito certas da fidelidade do parceiro apresentam uma tendência maior a fingir o orgasmo. Faz parte de um pacote de comportamentos para tentar “segurar o homem” e evitar que a relação acabe. Cinquenta e quatro por cento das entrevistadas revelaram que fingiam o orgasmo, exatamente o grupo menos seguro da fidelidade do parceiro.


Aumento da libido

Suspiros, sussurros, respiração arfante podem funcionar como um interruptor que liga algumas mulheres, de acordo com uma pesquisa de Erin B. Cooper, estudante de doutorado em psicologia da Universidade de Temple. No estudo, as mulheres contaram que aumentar os sinais de que estariam chegando ao orgasmo melhora também seu nível de excitação e as deixa mais disposta para o sexo. Faz sentido: se você parecer estar à beira do êxtase, o rapaz ficará mais propenso a entrar em alta rotação, aumentado as chances de um autêntico grand finale.


De vez em quando pode?

Um blefe ocasional não é tão danoso assim. Há dias em que tudo deu errado e você quer resolver logo a questão para poder dormir. Alguns especialistas acham que, se isso acontecer uma vez a cada eclipse lunar total, não há problema. “Tem homem que até merece. Sabe aquele tipinho que fica perguntando se você já gozou, se vai gozar?”, brinca o sexólogo Amaury Mendes Jr. “Uma mentirinha de vez em quando pode acalmar o sujeito.” Mas isso deve ser exceção, não regra.

1. Comece gemendo devagar e baixo, mantenha os olhos meio abertos e a expressão neutra. Entre os gemidos, fale algumas palavras de encorajamento, como “como isto é gostoso”.

2. Gradualmente, comece a gemer mais alto, fique com a respiração mais rápida e pesada. Mas tem que ser gradual. Se você mudar o ritmo de uma hora para outra e começar a gritar, vai parecer falso.

3. Faça mais caras e bocas. Morda o lábio inferior, abra ligeiramente a boca, pressione os dentes, aperte os olhos.

4. Use o corpo todo. De forma “involuntária”, estremeça as pernas de forma que os corpos se massageiem, mas sem que pareça que você está tendo um ataque epiléptico.

5. Acelere ainda mais o ritmo da respiração, morda os lábios e diga: “estou quase lá”.

6. Abrace-o com força, finja que está perdendo o controle. Grite, vire a cabeça para os lados, morda os lábios, diminua o intervalo entre as respirações, faça o que normalmente faz quando está tenho um orgasmo de verdade.

7. Enquanto tem o orgasmo, com todas as caras e bocas, diga que quer que ele goze também.

8. Imediatamente, elogie a performance dele, com a voz ainda cheia de manha e gemidos. Diga que foi incrível enquanto se esfrega no corpo meio com preguiça. Você está cansada, lembra?

Fonte: M de Mulher

02/12/2018

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