A ESCROTIDÃO E A DECADÊNCIA DA MÚSICA BRASILEIRA

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Não vou basear meus ataques à música brasileira nos gêneros musicais que não gosto. Como ouvinte de toda essa barbaridade decadente, me dou o direito de criticar e muito.

Somos bombardeados todos os dias por músicas sem nexo, letras ofensivas, repetitivas, sem métrica, rima e principalmente sem alma. Os compositores parecem não ter palavras suficientes em seu vocabulário e sempre acabam rimando com algo do tipo: “dig din dig din” , “yeah yeah yeah”, “tchê tchê re tchê”. E essas supostas músicas vêm com força total e não se fala em outra coisa a não ser: “Delícia, delícia, assim você me mata.” “Vai novinha, vai novinha.”

Músicas sexistas, machistas, forçadas, sem sentimento e sem harmonia… Onde a música brasileira vai parar? Será que a situação só tende a piorar?

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Onde está toda aquela emoção das músicas? Toda a poesia? (- Renato Russo, você se assustaria!) Hoje em dia qualquer pessoa faz “música” e canta bem (com o suporte de infinitos programas de computador), mas pessoal, assim a coisa perde a graça. E o talento, não conta mais? E o instinto musical, será realmente extinto?

Triste…

Essa disseminação porca da “música” está sendo executada todos os dias, mas ainda há muita gente boa por aí, muita música boa, pra ouvir e sentir de verdade… Arnaldo Antunes, Rita Lee, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gil, Zeca Baleiro, as lembranças de Legião Urbana, Cazuza, Raul Seixas, Elis Regina… e não só citando alguns nomes do passado, também temos novos grupos de muito bom gosto e talento musical, como Móveis Coloniais de Acaju, Babi Jaques e os Sicilianos e outros. (Desculpem a péssima memória no momento)

Fonte: Frentes e Versos

16/02/2019

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