7 SUBSTÂNCIAS VENENOSAS ENCONTRADAS EM ALIMENTOS “INOCENTES”

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Os alimentos industrializados são fabricados por grandes indústrias. Para que os produtos finalmente cheguem à etapa final para consumo, vários processos são necessários, dentre eles: técnicas e adição de ingredientes para produção dos alimentos, como açúcares, sal, óleos e gorduras. Os conservantes, corantes e emulsificantes são aliados essenciais para intensificar o sabor, a cor e até mesmo para estender o prazo de validade. As várias etapas circunscrevem substâncias nocivas que podem ser encontradas em alimentos industrializados, especialmente no produto final e pronto para consumo.

Alguns aditivos químicos são, inclusive, proibidos nos Estados Unidos – e com razão. O Guia Alimentar para a População Brasileira, de 2014, reitera que a alimentação deve ser substancialmente composta por mais alimentos in natura e que sejam minimamente processados. Se interessou pelo assunto? Vamos, então, navegar pelo assunto para sabermos de fato o que estamos consumindo por aí. Spoiler: infelizmente não temos boas notícias.

1. Aspartame

Se você comeu ou bebeu qualquer coisa que não tenha açúcar, provavelmente, consumiu o aspartame. Notícia ruim: ele é 200 vezes mais doce que o açúcar. Notícia boa: devido ao baixo teor aditivo, o que significa menos calorias. No entanto, a questão que fica: será que realmente vale a pena, considerando os efeitos do açúcar a médio e longo prazo?

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2. Gordura Trans em Biscoitos recheados

Os biscoitos/bolachas recheados não têm valor nutricional significativo à alimentação das pessoas de uma maneira geral. Carregam gordura saturada, gordura trans, corantes e elevado teor de açúcar.

3. Corante Tartrazina

O corante tartrazina, usado na fabricação de balas e caramelos, pode provocar reações variadas em pessoas com o intestino sensível. Tem até um transtorno para esse tipo de sensibilidade: síndrome do intestino irritável. A ANVISA, de acordo com o Jornal Saúde, obriga as empresas fabricantes de alimentos a declarar nos rótulos a lista de ingredientes, com o nome do corante por extenso. Essa é uma das formas em que a entidade optou para prevenir riscos associados ao consumo de alimentos que contenham o aditivo “INS 102”, presente no corante tartazina. Essa é uma das substâncias nocivas que podem ser encontradas em alimentos industrializados.

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4.  Eritrosina

Temos uma contradição aqui. A eritrosina, presente nas cerejas e geleias, vulgarmente conhecida como “Red No. 3”, é um corante utilizado para tornar tudo mais… brilhante. Porém, muitas alegações sugerem que a substância pode interferir de forma direta na glândula pituitária, que é situada na sela túrcica (cavidade óssea localizada na base do crânio). Assim sendo, seguindo a linha de raciocínio, a “Red No. 3” pode afetar o desenvolvimento do espermatozoide.

Nada disso até então está oficialmente comprovado, mas continua sendo alarmante. Melhor prevenir do que remediar, já diria a minha mãe, pai, tia, tio, avó e avô.

5. Nitrito de Sódio

Você sabia que existe um conservante feito para curar a carne? Sim, o nome dele é “Nitrito de Sódio”. É justamente por causa dele que temos bacon e presunto na mesa – quando a gente quer dar uma rápida “fugidinha” da dieta ou simplesmente está com vontade de comer porque não deve nada a ninguém. No entanto (sim, tem um “no entanto”), o conservante pode provocar câncer segundo algumas alegações.

Mas, a título de curiosidade e até mesmo de utilidade pública, o câncer só é formado quando há grandes quantidades da substância no corpo humano. A questão é: não torne disso um hábito, porque realmente estamos falando de uma coisa bastante séria que afeta a nossa saúde. Tome cuidado. Esse conservante é uma das substâncias nocivas que podem ser encontradas em alimentos industrializados.

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6. Nitrato de Sódio

Temos aqui outro conservante usado para curar carnes: o nitrato de sódio. Além do câncer, essa substância também pode causar doenças cardíacas. É possível, ademais, “virar o jogo”. Comer pequenas porções dessas carnes curadas geram benefícios associados ao nitrato de sódio, como a pressão arterial baixa. Acho que, no fim das contas, tudo é questão de quantidade. Concorda?

7. Glutamato Monossódico

glutamano de sódio – ou glutamano monossódico – é um realçador de sabor regularmente inserido em muitos alimentos. Ele é responsável por intensificar o sabor de carnes e, por isso, pode ser encontrado em comidas rápidas (ou “fast-foods” para os gringos). Uma das principais comidas que usam o glutamano monossódico é a chinesa.

É muito comum, para o triste conhecimento de todos, sentir-se mal depois de ingerir comidas com a substância. Dores de cabeça, aceleração dos batimentos cardíacos, asma e palpitações são apenas alguns dos sintomas pós-glutamano. A Agência Regulatória para Alimentos, Medicamento e Cosméticos dos Estados Unidos (FDA) classificam o glutamano de sódio como seguro, mas é complicado confiar em um ingrediente que faz com que nosso organismo não fique lá essas coisas. Efeitos colaterais não são sinais positivos. Bom, fica a dica.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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