AS 12 COISAS QUE EU APRENDI COM A CORJA DO PT

AS 12 COISAS QUE EU APRENDI COM A CORJA DO PT

“Crises são oportunidades para construir um crescimento mais robusto a longo prazo”. Com tais palavras, totalmente boçais, a então presidente Dilma encarou um novo momento na história do seu governo. Passada uma década de políticas como o “nós contra eles”, o momento agora é outro – de união nacional. Diante de tamanha evolução e reflexão, seria o caso de nos perguntarmos de que forma o restante da sociedade pode colaborar com estas mudanças.

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É bem verdade que temos sido mais pessimistas. Como mostrou o Datafolha, em 2014 pela primeira vez em anos, menos de 60% dos brasileiros acreditavam que o país estaria melhor naquele ano do que no ano que passou. Tal pessimismo, como não se cansam de nos lembrar os membros do governo e seus apoiadores, é peça importante na manutenção da crise, uma vez que contamina nossa visão de futuro, freando investimentos e consumo. Nada, porém, supera o pessimismo da mídia. Ao noticiar incessantemente os números ruins da economia, a imprensa acaba por criar uma espiral negativa, alimentando a própria crise.

A conclusão pode parecer difícil de entender, mas há quem defenda os rumos do atual governo – em especial um grupo diminuto, mas ainda importante: os verdadeiros petistas. Eles nos ensinam, diariamente, a manter a fé e a esperança no país. Através do que eles têm a nos ensinar, separamos doze coisas que você precisa saber sobre a crise para continuar otimista com o país.

Em cada um desses pontos, não restam dúvidas: nós estamos no rumo certo!


1. DESEMPREGO LEVA PAIS E FILHOS A PASSAREM MAIS TEMPOS JUNTOS.


1,5 milhão de desempregados em 2015. À primeira vista o número assusta. Nada menos do que 4200 pessoas perderam o emprego diariamente como consequência do desaquecimento na economia. O número aparentemente ruim, entretanto, possui também seu lado positivo. Segundo um estudo publicado no jornal norte-americano The Washington Post, adolescentes que possuem o hábito de almoçar junto a seus pais possuem menor tendência ao abuso de álcool e drogas, além de menor disposição à delinquência. Tais adolescentes, assim como filhos menores, também apresentam melhores resultados na escola.

Em tempos de redes sociais e famílias cada vez menos unidas, a crise é uma ótima oportunidade para rever alguns destes hábitos.


2. INFLAÇÃO DE 10,67% TORNA BRASILEIRO MAIS CRÍTICO E FREIA O AUMENTO DO CONSUMISMO.


O aumento de preços generalizado ocorrido em 2015 teve seus vilões – a energia elétrica e a gasolina subiram 51% e 20,1% respectivamente, mas o destaque ficou para o aumento de preços em alimentos e bebidas (o setor de maior peso no índice), que subiram 12,03% entre janeiro e dezembro do último ano.

Como demonstra um estudo realizado pela Serasa Experian, de 2011, o esgotamento da renda decorrente da alta inflacionária e da redução do crédito (que se repetiram em 2015), leva a um aumento na racionalidade do consumo. Em época de consumismo exacerbado, o Brasil dá exemplo ao resto do mundo – onde, segundo a FAO (agência da ONU), o preço dos alimentos caiu em média 19%.

Não há dúvida de que o brasileiro é um consumidor mais bem preparado para as intempéries, graças em boa parte às ações do governo, responsável pelos preços administrados, cuja alta chegou a 18,08% em 2015 (puxados por combustíveis e energia).


3. BRASILEIROS AGORA CONFIAM MAIS EM SERVIÇOS PÚBLICOS E ABANDONAM PLANOS DE SAÚDE.


Cerca de 1,2 milhão de brasileiros optaram por cortar seus planos de saúde no ano que passou. Em um universo de 40 milhões de usuários, o número aparenta ser pequeno, mas revela uma tendência irreversível: o aumento da confiança na população em um sistema público, gratuito e de qualidade para a saúde.

Em um ano marcado pelo corte de 11,3% no orçamento do Ministério da Saúde (R$ 11,77 bilhões, portanto), a medida tomada por tantos brasileiros demonstra uma característica ainda mais positiva: o aumento na eficiência dos serviços públicos. Atender mais pessoas com menos recursos é prova de que o governo está também preocupado em evitar desperdícios.

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4. COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL: PRODUÇÃO DE VEÍCULOS EM QUEDA MOSTRA BOAS PERSPECTIVAS PARA O MEIO-AMBIENTE.


2015 foi um ano marcado por grandes acordos na área climática. A conferência de Paris, na qual o Brasil contou com a maior comitiva dentre todos os países (demonstrando ser também o país mais preocupado com a questão), terminou em um acordo histórico, envolvendo pela primeira vez todas as grandes nações do planeta.

Em um sinal claro de que deseja buscar a liderança no desenvolvimento sustentável, o Brasil saiu na frente ao reduzir em 26,6% a venda de veículos automotores, responsáveis por nada menos do que 61% das emissões em grandes capitais como São Paulo. A medida compensa ainda os gases gerados pelo aumento do desmatamento da Amazônia, que entre agosto de 2014 e julho de 2015 chegou a 63%, segundo o Imazon.


5. QUEDA NO NÚMERO DE CLIENTES DE TVS POR ASSINATURA DEMONSTRA VALORIZAÇÃO DA PRODUÇÃO NACIONAL.


Não restam dúvidas de que 2015 tenha sido o ano da tv brasileira. Com produções marcantes e de grande impacto nacional, como a novela “Os 10 Mandamentos”, da Tv Record, a dramaturgia nacional ganhou espaço no dia a dia do brasileiro. O aumento da demanda pelas produções nacionais teve efeitos diversos. O mais notório deles possivelmente foi a entrada da GFK, empresa alemã que mede a audiência nas televisões e que pela primeira vez em décadas levou concorrência ao monopólio do Ibope.

O fascínio do brasileiro pelas produções nacionais pode ser traduzido em números. Cerca de 300 mil famílias desistiram dos enlatados estrangeiros em prol da produção nacional. Os números equivalem a 7 meses seguidos de queda, e registram a primeira queda desde 2003, quando o presidente Lula trouxe um vigor ao patriotismo nacional, reduzindo a demanda por produtos importados na área cultural.


6. QUEDA RECORDE EM IMPORTAÇÕES E EXPORTAÇÕES MOSTRA QUE O BRASILEIRO AGORA VALORIZA MAIS O COMÉRCIO LOCAL.


País mais fechado entre as 20 maiores economistas do mundo, o Brasil deu um novo sinal de que pretende seguir valorizando os produtos nacionais. Enquanto as exportações nacionais caíram 15,09%, as importações registraram outros 16,4% de queda, registrando ambos o menor nível em 3 anos. A queda no comércio brasileiro possui diversos fatores. Há quem diga que o dólar em alta e a quase total ausência de acordos comerciais realizados nos últimos 15 anos afete o comércio. Há entretanto um fator pouco considerado: o da valorização do comércio local.

Como reiterou o ministro chefe da casa civil, Jacques Wagner, a presidente Dilma possui total controle sobre a política econômica do país. Como economista, Dilma possui capacidade para discernir entre as diversas medidas possíveis e seus efeitos. É plausível, portanto, que tanto a alta do dólar quanto os aumentos de impostos de importação e o corte de 39,1% nos investimentos em infraestrutura como ferrovias e portos, essenciais para o comércio, sejam uma medida deliberada do governo para fortalecer a indústria nacional. Ponto para Dilma.


7. GERAÇÃO SAÚDE: BRASILEIRO AGORA CONSOME MENOS CHOCOLATES, CIGARROS E CERVEJA.


Após abandonarem planos de saúde para recorrer ao SUS, os brasileiros registraram em 2015 uma série de recordes que demonstram como a busca por qualidade de vida e saúde tem se intensificado no país. Com uma pequena colaboração do governo federal que elevou o IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, 2015 registrou queda de consumo em produtos notoriamente conhecidos como os vilões da saúde.

O brasileiro reduziu ao longo do ano seu consumo de cerveja em cerca de 2%, somado a uma queda de 9,97% no consumo de chocolate nos primeiros 6 meses do ano. Em um exemplo nítido de que o brasileiro não mais tem se entregado aos vícios que deterioram a saúde da população, a Souza Cruz, maior fabricantes de cigarro do país, alegou que deixará o país, por conta de “condições adversas somadas ao aumento do IPI”. A conquista possibilitada pelo governo possui reflexos ainda mais positivos quando percebemos que a produção da Souza Cruz por aqui, pode ser transferida para a fábrica da empresa em Cuba, colaborando de uma só vez para reduzir o vício de tabaco no Brasil e levar desenvolvimento a nações amigas.

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8. AUMENTO DA GASOLINA FAZ BRASILEIROS DEIXAREM O CARRO NA GARAGEM E ACIDENTES DESPENCAM.


Pela primeira vez em três anos os indicadores de trânsito da maior cidade do país apresentaram melhoras. Tal conquista possui inúmeros fatores, como a queda no nível de crescimento da frota, e um fator em especial: o fato de que as famílias paulistas tem reduzido o uso de veículos para cortar custos.

O aumento de 20% no preço da gasolina e mais de 29% no etanol ao longo do último ano levaram as famílias paulistanas a racionalizar o uso do transporte. Em decorrência disso, a cidade apresenta uma melhora generalizada em indicadores. O % de famílias que utilizam diariamente dos seus veículos caiu de 56% para 45% em um único ano. A queda no uso do automóvel é também uma das responsáveis pelo nível de acidentes, resultando em 30,7% menos acidentes fatais na cidade.

Não menos importante, a redução do uso do automóvel contribui para o aumento da geração de riqueza no país, uma vez que o trânsito gera prejuízos de R$ 40 bilhões anuais à capital paulista, ou 1% do PIB do país na época do cálculo.


9. QUEDA NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL E AUMENTO NA TARIFA ELIMINAM RISCO DE APAGÃO.


Ao longo de mais de uma década a presidente Dilma Rousseff destacou-se como gestora em energia. Foi secretária de Minas e Energia do estado do Rio Grande do Sul, ministra de Minas e Energia, e por último, presidente do conselho da Petrobrás. Com um histórico invejável, pode parecer estranho que durante a gestão da presidente a energia tenha sido o insumo mais afetado pela alta de preços.

Quando analisamos a história do país, entretanto, percebemos que o aumento de 50% na tarifa de energia elétrica somada à maior recessão econômica de nossa história, mostram a capacidade de planejamento do governo – que para evitar o risco moral de um apagão, levou o país à recessão.

Não há outra hipótese para que uma pessoa de tamanha capacitação, gestora do PAC, responsável por coordenar os investimentos necessários à oferta de energia, tenha feito o país chegar a este ponto. Dilma deixou bastante claro que apagão é coisa de tucano.


10. PRIMEIRA QUEDA NA RENDA MÉDIA EM 11 ANOS PODE LEVAR À REDUÇÃO DRÁSTICA NA VIOLÊNCIA.


A fala da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney, causou certa estranheza quando dita pela primeira vez. Segundo a governadora na época, o aumento da violência no estado possuía correlação direta com o fato de que o Maranhão estava enriquecendo, graças aos projetos de papel e celulose e a refinaria da Petrobras (posteriormente cancelada).

A fala da governadora carrega profundo conhecimento técnico, demonstrando claramente de que apenas em sociedades onde há possibilidade das pessoas serem tão ricas (a tal ponto de uma única família ser dona de um estado inteiro) a violência poderia atingir níveis tão assustadores.

Por conta de tal análise, o número registrado pelo governo demonstrando a primeira queda na renda média do trabalhador nos traz certo alívio, e não consternações como deveria. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, o mercado projeta que em 2020 é possível que o Brasil possua a mesma renda per capita de 2010, caso o cenário de crescimento da economia já em 2017 não se concretize. Ganhamos assim o nosso bônus de combate à violência. Durante 10 anos poderemos reduzir índices de assaltos e homicídios que tanto preocupam a população. Mais uma conquista social do governo Dilma.


11. 4 MILHÕES DE BRASILEIROS RETORNAM À POBREZA E REFORÇAM A IMPORTÂNCIA DOS PROGRAMAS SOCIAIS.


Durante mais de uma década a pobreza no Brasil sofreu enormes reduções. Com recursos abundantes, o governo pode distribuir a riqueza pelo país da forma mais razoável possível: cerca de R$ 36 bilhões anuais em subsídios para grandes empresas via BNDES e R$ 24 bilhões para as 40 milhões de pessoas atendidas pelo programa Bolsa Família.

A crise internacional que assolou Brasil, Venezuela, Argentina e Rússia em 2015, fez-se sentir também por meio do aumento da pobreza – que segundo o IBGE, implicou no retorno para as classes D e E, de nada menos do que 4 milhões de pessoas.

À primeira vista os números parecem assustadores, mas quando compreendemos a grandeza da estrutura de gastos sociais por parte do governo, temos convicção de que os anos de volta à pobreza garantirão a estas pessoas e toda a população uma prova viva de como tais programas possuem grande importância para dignificar a população


12. QUEDA DE 90% NO PREÇO DAS AÇÕES DA PETROBRÁS TORNA O INVESTIMENTO EM AÇÕES UMA OPÇÃO ACESSÍVEL A TODO BRASILEIRO.


Cotada a R$ 41,18 por ação em 2008, a Petrobras sempre foi um orgulho distante para o brasileiro comum. Todo cidadão consciente orgulha-se das centenas de milhares de empregos gerados pela empresa, incluindo aí seus 1.146 jornalistas (sim, você leu certo), um valor 3 vezes maior do que o de redações da grande mídia; ou mesmo seus quadros qualificados, como Guido Mantega, ex-diretor da BR Distribuidora.

Os bilhões gerados pela Petrobras são motivo de enorme alegria para toda a população, que deles sempre esperaram surgir melhor qualidade na educação e na saúde. Estima-se que a cada R$ 100 em valor agregado gerado pela estatal, nada menos do que R$ 63 são impostos e taxas. Com números como este, não é de se estranhar que os brasileiros sonhassem em fazer parte do quadro de acionistas da empresa.

Ao longo de anos, milhares de brasileiros acumularam inúmeras ações da empresa por meio de seu FGTS. Hoje, com a queda de 90% do preço, vemos o mais puro exemplo de democracia. O cidadão comum acordou podendo escolher entre pagar as passagens de ida e volta ao trabalho, ou tornar-se acionista da maior empresa do país. Uma revolução silenciosa que arrebata milhões de brasileiros.

Obrigado, governo. E obrigado governistas por conseguirem nos manter tão otimistas em relação ao futuro. Nós estamos no caminho certo.

Fonte: Spotniks

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18/10/2017

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