OS 10 MAIS BARRAQUEIROS DA REALEZA BRITÂNICA

OS 10 MAIS BARRAQUEIROS DA REALEZA BRITÂNICA

Quem assistiu pela TV o glamuroso e elegante casamento de Harry e Megan não faz idéia que a casa real britânica é uma das mais barraqueiras realezas da europa.

Aqui o Acidez Mental lista os Top 10 mais sem-noção da British Royal Family.


10. Príncipe Harry

Comparado com os outros integrantes da lista, o caçula de Charles e Diana ainda está engatinhando no quesito encrencas reais. Nos últimos anos, vale dizer, o irmão do comportadíssimo William tem andado na linha, aparecendo abraçado com criancinhas africanas em visitas humanitárias e cumprindo o serviço militar de forma exemplar. Mas há alguém na Inglaterra que tenha se esquecido da infame fantasia de oficial nazista usada pelo príncipe numa festa em Londres? O país, brutalmente atacado pelas forças de Hitler na II Guerra, pelo menos recebeu um pedido de desculpas pela brincadeira sem graça. Harry também foi visto bêbado e fumando maconha quando ainda era menor de idade. Se atracou várias vezes com os papparazzi nas portas das boates londrinas (se bem que isso, pela tragédia que matou sua mãe, convenhamos, é mais do que compreensível). Por fim, foi filmado usando termos de gosto duvidoso para se referir a paquistaneses e muçulmanos. De novo, pediu desculpas – e ficou com o rosto ainda mais vermelho do que de costume.



9. Ana Bolena

Poucas mulheres tiveram um impacto tão grande na história da Europa quanto a jovem Ana Bolena. A espevitada cortesã atraiu a atenção de Henrique VIII, soube seduzi-lo, conseguiu fazê-lo esperar anos pela primeira noite de sexo e, no caminho, provocou a ruptura da Inglaterra com a Igreja Católica. Henrique tinha mulher, Catarina de Aragão, mas não ficou quieto até que conseguisse – aos trancos e barrancos, provocando a ira de Roma – anular seu matrimônio anterior e subir ao altar de novo, desta vez com Ana. Coroada rainha da Inglaterra em 1533, Bolena soube como ninguém usar a intimidade com o rei para influenciar nas decisões de Henrique. Por causa disso, acumulou inimigos na corte – o que sem dúvida ajudou a selar seu destino, três anos depois. Irritado com Ana por ela não conseguir dar à luz um filho (e instigado por uma avalanche de fofocas palacianas), Henrique mandou investigá-la por traição. Acusada de ter amantes (o próprio irmão entre eles) e de ter feito o rei se apaixonar através do uso de bruxaria, acabou sendo decapitada. Mas sua única cria com Henrique, Elizabeth, foi poupada – e acabou reinando por 44 anos.



8. Rei Eduardo VII

Primeiro filho da rainha Vitória e do príncipe Albert, Eduardo foi criado para ser um modelo de monarca. Logo na infância, porém, já dava pistas de que iria dar trabalho: não gostava de estudar, e seu desempenho fraco deixava os tutores preocupados. Encerrada a fase de estudos, começou a parte mais difícil – se é que esse termo se aplica à vida de príncipe – de sua trajetória. A longevidade de Vitória significou fazer o filho esperar quase sessenta anos por sua coroação. Como sobrava pouco a fazer, Eduardo tratou de arrumar passatempos pouco respeitáveis. Ganhou fama de playboy e irresponsável. Em 1861, visitou uma base militar – e mandou esconder uma atriz irlandesa em sua barraca. O príncipe Albert subiu pelas paredes e, apesar de estar doente, foi visitar o filho para tentar enquadrá-lo. Duas semanas depois, morreu – de desgosto, segundo a rainha Vitória, inconsolável. Ela jamais perdoou o herdeiro. O episódio, porém, não o deteve: casou-se, mas teve dezenas de amantes. Entre os 55 casos especulados estão a atriz Sarah Bernhardt, a mãe de Winston Churchill e até a bisavó de outra “outra” famosa – Camilla Parker-Bowles.



7. Rei Eduardo VIII

Talvez seja mal do nome. Assim como o rei Eduardo anterior, ele não dispensava um rabo-de-saia. Eduardo VIII, porém, tinha uma peculiaridade: gostava mesmo era de mulheres casadas, de preferência mais velhas. Por causa disso, continuava solteiro até ser coroado rei, em 1936. Foi só ascender ao trono para causar uma monumental confusão. A futura rainha escolhida por Eduardo era a socialite americana Wallis Simpson, plebeia divorciada do primeiro marido, envolvida no processo de divórcio do segundo. Simpatizante do nazismo – era a época da ascensão de Hitler – e adepta do consumo de absinto, Wallis era uma candidata absolutamente inaceitável ao trono. Caso insistisse na relação, Eduardo provocaria uma desastrosa crise institucional. Ao invés de tirar a mulher da cabeça, contudo, o rei preferiu abandonar a coroa. A chocante decisão de abdicar ao trono encerrou um reinado de apenas 325 dias – um dos mais curtos da história – e coroou o irmão mais novo de Eduardo, George VI, o gago retratado no filme O Discurso do Rei. Transformado em Duque de Windsor, Eduardo enfim se casou com Wallis em 1937, na França. No mesmo ano, levou a esposa para uma viagem romântica – à Alemanha nazista.



6. Rainha Elizabeth I

Coroada em 1558, aos 25 anos, a filha de Henrique VIII e Ana Bolena encontrou a Inglaterra falida e dividida por conflitos religiosos. No final do reinado, 44 anos depois, não somente a paz interna estava consolidada como o país assumira o posto de maior potência mundial. Quer mais? Numa época em que não havia tablóides nem paparazzi, a rainha manteve as cortes eletrizadas com boatos a respeito de sua intimidade. Ficou famosa como “a rainha virgem”, pois nunca se casou. A decisão de ficar solteira era manobra política para manter em suspense os diversos pretendentes das cortes européias, mas também uma demonstração do espírito indômito da rainha, que nunca quis submeter-se a um homem. No reinado, os ingleses derrotaram a Armada Espanhola e se defenderam das investidas dos rebeldes católicos que costuravam complôs para recuperar o trono. Elizabeth, defensora ferrenha da reforma levada a cabo por seu pai, sabia que Mary Stuart, rainha da Escócia e sua prima, era a grande candidata a sucedê-la em caso de êxito dos opositores católicos. O que fez Elizabeth? Manteve a prima presa por 19 anos e, em 1567, mandou julgar e executar Maria por causa de supostos planos para matá-la.



5. Rainha Maria I

Se Elizabeth fez de tudo para consolidar a reforma protestante, sua meia-irmã, Maria, antecessora no trono, adotou como grande obsessão a volta do país ao catolicismo. Como boa filha de católica fervorosa (a rainha Catarina, rejeitada por Henrique VIII em troca de Ana Bolena), Maria restaurou a submissão dos ingleses a Roma. Para cumprir tal missão divina, mandou queimar na fogueira quase 300 dissidentes. O costume de fazer churrasco de protestantes rendeu um apelido famoso: Bloody Mary, “Maria Sangrenta”. Criança de talentos precoces e adolescente geniosa, não hesitava em enfrentar o pai, Henrique VIII – mesmo após o casamento com Ana Bolena, ela insistia em dizer que a rainha legítima era sua mãe, Catarina. Mas o confirmou Maria como uma das grandes encrenqueiras da coroa britânica foi a relação com a meia-irmã. A rainha forçou Elizabeth a seguir a doutrina católica e chegou a mandar prendê-la na Torre de Londres sob acusação de envolvimento nas revoltas protestantes contra ela. No fim da vida, porém, retomou o convívio com Elizabeth – como não teve filhos, Maria sabia que a coroação de sua meia-irmã era inevitável.



4. Rei Jorge IV

Sofisticado e erudito, Jorge IV tinha tudo para ser um grande monarca. Em dez anos de reinado (1820-1830), porém, foi alvo do ódio dos súditos. Levava um estilo de vida extravagante, com gastos exorbitantes mesmo enquanto seu país estava em guerra. Egoísta e irresponsável, tinha péssimas relações com o pai, Jorge III. Pior ainda era o convívio – ou melhor, a falta dele – com a mulher. Casado com uma prima alemã, Carolina, acredita-se que Jorge só dormiu com ela uma única vez, na noite de núpcias. Os dois se odiavam. Ela foi morar na Itália, onde se amasiou com um plebeu. Quando Jorge, que vivia com a amante fixa com a qual teve dez filhos, subiu ao trono, Carolina voltou disposta a assumir seus direitos. Jorge baixou um decreto para dissolver o casamento e tirar-lhe o título. Ela chegou a ser impedida de entrar na abadia de Westminster no dia da coroação. Na reta final de vida, Jorge, perturbado e doente, não aparecia mais em público. O jornal The Times resumiu o sentimento nacional após sua morte: “Jamais houve alguém tão lamentável quanto o falecido rei. Não há olhos que choram por ele”.



3. Rainha Vitória

No reinado mais longo de todos (63 anos), ela construiu uma imagem pública invejável. A grande rainha Vitória, porém, também gostava de uma boa confusão – ainda que, no fim, fosse por uma boa causa. Assumiu uma monarquia já esvaziada, sem poder político direto. Mesmo assim, não abria mão de influenciar decisões do governo. Apesar de ter sido apelidada de “vovó da Europa”, por ter espalhado 35 filhos e netos pelas famílias reais do continente, a rainha casca-grossa detestava ficar grávida e achava os recém-nascidos “feios”. Em 1842, passeava de carruagem quando um homem apontou uma arma, sem disparar. Vitória decidiu fazer o mesmo caminho no dia seguinte, só para provocá-lo e pegá-lo no flagra. Não deu outra: ela escapou da bala e o bandido foi preso. Décadas depois, alvo de outro atentado frustrado, afirmou, diante da comoção dos súditos: “Às vezes vale a pena ficar na mira de um tiro. Para saber o quanto você é amada.” Baixinha atarracada, nunca escondeu que gostava do gigantismo de seu império: “Devemos estar preparados para ataques e guerras ininterruptas”.



2. Princesa Diana

Ela será sempre lembrada pelo meigo sorriso, pelo olhar bondoso, pela alma caridosa. Não por Elizabeth II, que viu a nora colocar em risco a estabilidade da família real britânica. Nada premeditado, claro: Diana era incapaz disso. Mas a verdade é que a princesa – cujo despreparo para os rigores da vida palaciana sempre exasperou a rainha – acabou virando um problema de proporções inimagináveis para quem via a angelical Diana no casamento com Charles. Primeiro, no papel de esposa infeliz. Depois, no de namoradeira após a separação. Por fim, como o grande fantasma de Buckingham, envolvida em incontáveis histórias jamais comprovadas sobre os mistérios mais impensáveis da realeza. Em meio século de reinado, Elizabeth nunca tinha cometido deslizes como chefe de estado, que pressupõe acima de tudo imparcialidade. A única vez em que escorregou foi justamente para interferir num processo judicial contra o ex-mordomo de Diana. Elizabeth II teria dito de maneira profética poucos dias depois da morte de Diana: “Quem iria acreditar que aquela garota poderia ser mais problemática morta do que viva?”



1. Henrique VIII

Em matéria de confusão, ele jamais deixará de ser rei. Pois quem consegue imaginar um encrenqueiro maior do que Henrique VIII, o monarca mercurial, mão-de-ferro, vaidoso e atormentado que governou a Inglaterra por 37 conturbadíssimos anos, entre 1509 e 1547? O começo foi promissor: culto, carismático e cheio de talentos, Henrique prometia um reinado brilhante. Mas uma obsessão foi decisiva para que as coisas desandassem. O rei acreditava que precisava deixar um homem na linha de sucessão ao trono – uma menina, acreditava, seria incapaz de consolidar a dinastia Tudor. Quando a primeira mulher, a espanhola Catarina, foi incapaz de gerar o tão desejado herdeiro, Henrique escolheu outra rainha, Ana Bolena. Não era possível trocar de esposa sob as leis da Igreja Católica? Sem problemas: Henrique rompeu com Roma e promoveu a reforma protestante. Ana seria apenas a segunda de seis esposas do rei – e a primeira de duas que foram decapitadas depois de cair em desgraça com o monarca. O rei teve seu sonhado herdeiro com Jane Seymour, mas ela morreu no parto. E Henrique ficou ainda mais perturbado, cruel e neurótico.

30/05/2018

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