OS TOP 10 PICARETAS DA MÚSICA INTERNACIONAL

OS TOP 10 PICARETAS DA MÚSICA INTERNACIONAL

Quando falo em picaretagem, não me refiro àquelas fraudes tipo Milly Vanilly, ou mesmo a cacarecos sonoros como Britney Spears. A idéia aqui é estapear alguns ícones cuja “integridade musical” quase nunca alguém ataca.


10 – Rolling Stones

Eles surgiram como uma espécie de banda cover dos Beatles e ficaram mais ou menos nessa até o fim dos “Fab Four”. Quando a melhor banda do planeta se desfez, finalmente os Stones puderam mostrar alguma criatividade. Mas isso durou apenas durante a década de 70. Nos anos 80, a banda sumiu; nos 90, mostrou sinais de plena decadência; nos últimos anos, putrefação.


09 – Pink Floyd

“Se a banda é boa? Ainda não descobri, deixa parar de piscar esse monte de luz” – essa foi a resposta de um conhecido, quando finalmente conseguiu ver Pink Floyd ao vivo. Não que o som seja “ruim”, mas eles são MUITO picaretas. Muito. Dão uma grandiosidade inexistente a trabalhos que são, no máximo, “bonzinhos”. E os shows parecem espetáculos do “Hollyday on Ice” ou musicais como “O Fantasma da Ópera”, mas com cantor bem menos afinado.


08 – Madonna

Ela não sabe cantar, compor nem toca porra nenhuma. Mas é uma “estrela”, pois soube como ninguém fazer uma carreira exclusivamente em cima de factóides. Madonna é um produto da mídia muito mais artificial do que o Mickey Mouse. Até a chegada da Angelina Jolie (e, em alguns casos, mesmo depois) era a mulher a quem as outras – hétero – se referiam assim: “ah, com ela eu transava”. Bom, não condeno. O duro mesmo é ouvir um disco. Madonna é a Xuxa das pós-adolescentes.


07 – Red Hot Chilli Peppers

A carreira do grupo se acabou em Mother’s Milk. De lá pra cá, vão tocando de lado, empurrando com a barriga e jogando com a fama. Não que antes fossem uns gênios, mas tinham lá sua gota de criatividade. Agora, são uma mistura de Jack Johnson, Brian Addams e, sei lá, Conexão Japeri. Uma das lendas que cercam a banda é aquela história de que Flea é o maior baixista do mundo. Só pode ser piada. A única coisa razoável nos “Chilli Peppers” é John Frusciante, que a banda teve a cara-de-pau de substituir durante certo período.


06 – Iron Maiden

Não sei se vocês sabem, mas o “áirôn” só faz sucesso no Brasil e na Argentina. Para o resto do mundo, é uma verdadeira piada. As letras são adolescentes, falam em “diabo” e outras bobagens típicas de quem pretende causar impacto na professora do pré-primário. O visual é um espetáculo à parte, não? Calças coladas, cabelos de top-model com chapinha, olhos com delineador e, sei lá, às vezes um blush ou base para evitar o contraste dos holofotes.


05 – Sex Pistols

Os Beatles mostraram ao mundo que era possível fazer música sem conhecimento erudito. Os Sex Pistols mostraram que era possível aparecer na televisão sem ter cérebro. Essa foi a grande contribuição do punk. O “faça você mesmo” (que mais parece slogan de loja de construção estilo “Peg & Faça”) é apenas um detalhe. Sid Vicious, por exemplo, não tocava porra nenhuma. Johnny Rotten não cantava porra nenhuma (embora fosse – e seja – um bom frasista). E nem sei o nome do resto. Esperto foi Malcolm McLaren que fez grana em cima desses manés. Aliás, em cima dos manés que compravam discos e camisetas (até hoje fazem isso!!!).


04 – Björk

A esquimó supramencionada serve para provar que os picaretas da “boa música” não são uma exclusividade brasileira. O Círculo Polar Ártico dá sua contribuição em forma da fraude humana denominada Björk (uma mistura de coala com figura de desenho-animado japonês). Não que ela tenha uma voz ruim, mas o excesso de invencionices coloca a dita cuja em qualquer rol musical de picaretagem.


03 – Greatest Hits do Nepotismo Internacional

Este tópico fica reservado para os filhos que tentaram seguir os passos dos pais, mas usaram vias bem tortas. Uma pequena lista: Ziggy Marley, Julian e Sean Lennon, Natalie Cole, Nancy Sinatra etc… Claro que há filhos tão bons quanto os pais, ou que pelo menos não passam vergonha como os desse rol, mas a grande verdade é que ainda deixei muuuuuuuita gente de fora da “lista do vexame”.


02 – Morrissey

A banda “The Smiths” era uma merda. Marcaram época? Sim, marcaram. E nem eram tão ruins (apesar de que o critério “marcar época” não vale muita coisa, já que Tirulipa Júnior e P.O.Box, por exemplo, também são “fenômenos de seu tempo”). O problema aqui é com o líder da coisa. Morrissey passou a ser tratado como um “mito”, uma “lenda viva”, mas tudo que fez de bom foi… hm… o que foi mesmo? Nem ele sabe. Recentemente, fez declarações xenófobas, comprovando a tese de que, quando um homossexual resolve ser conservador, em geral se torna nazista.


01 – Jim Morrison

É uma versão junkie do Vavá, do extinto (e graças a deus finado) “Karametade”. Não cantava porra nenhuma, mas era – hm… – “bonitinho”. Era um Wando com ayuasca, um Agepê com peyote, um Odair José psicodélico. E sua poesia era comparada aos piores momentos de gênios da letra como Humberto Gessinger e Djavan. Em termos de picaretagem musical, NINGUÉM GANHA DE JIM MORRISON. James Douglas Morrison – o “Jimbo” – é definitivamente o rei dos picaretas.

07/01/2018

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