MARINA RUY BARBOSA CRIA POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS COM PAPEL HIGIÊNICO PRETO “#BLACKISBEAUTIFUL”

MARINA RUY BARBOSA CRIA POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS AO LANÇAR PAPEL HIGÊNICO PRETO "#BLACKISBEAUTIFUL"

A marca Personal acaba de lançar um papel higiênico preto e escolheu a atriz Marina Ruy Barbosa para divulgar o produto. Segundo a fabricante Santher, é o primeiro papel higiênico preto produzido no país.

Batizado de “Personal Vip Black”, o papel promete trazer mais sofisticação e “um novo olhar para a decoração com diferenciação” para quem usá-lo.

A campanha publicitária mostra Marina ‘vestida’ apenas com o papel higiênico, e foi fotografada por Bob Wolfenson, nome consagrado na moda. A atriz foi selecionada para apresentar o produto por ser “sinônimo de glamour e elegância”, de acordo com a marca.

“Ela representa a essência deste lançamento, um papel higiênico criado para mostrar que bom gosto e requinte podem estar presentes em todos os momentos do dia a dia das famílias” justificou em nota a líder de marketing da marca, Lucia Rezende.

Marina foi escolhida para divulgar produto por ser “sinônimo de glamour e elegância”, diz empresa (Foto: Divulgação/Santher)

A campanha foi criada pela agência Neogama e será direcionada para mídia online, divulgada com a hashtag “BlackIsBeautiful”.

“O preto é lindo. A cor sempre foi considerada ícone de estilo e refinamento nos universos de luxo e da moda. Agora, Personal Vip Black traz este conceito também para a decoração e nossa campanha reflete essa integração entre a cor e a sofisticação”, diz Lucia.

 

A Santher produz 155 mil toneladas de papéis descartáveis e 45 mil toneladas de papéis para uso industrial por ano. É dona também da marca de absorventes Sym, das toalhas e guardanapos Snob e Santepel e dos lenços Kiss.

Polêmica

Anderson França critica campanha de papel higiênico preto (Foto: Reprodução/Facebook)

Anderson França critica campanha de papel higiênico preto (Foto: Reprodução/Facebook)

Alguns internautas criticaram o uso da hashtag “BlackisBeutiful” e acusaram a marca de papel higiênico de se apropriar de uma expressão usada por miliantes negros durante a luta dos direitos civis nos anos 60.

A crítica partiu do escritor Anderson França, o Dinho, que publicou um texto sobre a campanha no seu perfil no Facebook. “Numa atitude racista e irresponsável, consciente e deliberada, (a Santher) decidiu que essa expressão deve remeter a papel higiênico, cuja função qualquer pessoa conhece”, escreveu. “Esse não é senão um dos mais graves ataques racistas praticados por uma empresa brasileira”, completou.

Às 18h, o post do escritor tinha 357 compartilhamentos e mais de 1,5 mil curtidas.

G1 questionou a Santher sobre a questão e aguarda posicionamento.

Fonte: G1

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24/10/2017

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