COMO MONTAR UMA MATÉRIA DESONESTA E CANALHA

COMO MONTAR UMA MATÉRIA DESONESTA E CANALHA

O programa “Fantástico” da Rede Globo tem feito um grande esforço para virar o principal veículo do ideário esquerdista na imprensa de massa. E olha que o páreo é duro, pois praticamente toda a imprensa brasileira é esquerdista em maior ou menor grau, a despeito da cortina de fumaça que os próprios militantes da esquerda jogam ao afirmar o contrário, mostrando como prova a exposição que a imprensa brasileira fez da corrupção petista.

Exposição tardia, diga-se de passagem. Não podemos esquecer que a imprensa tratou Lula como uma espécie de messias, e fez vista grossa para os crimes petistas por anos a fio, reportando os seus crimes apenas quando o país já estava à beira do precipício. Essa é a imprensa que chamava de teórico da conspiração quem alertava sobre o Foro de São Paulo e o plano de transformar a América Latina numa grande Cuba.

A demonstração de como a imprensa brasileira é responsável em grande parte pela transformação do país num hospício comunista é trabalho para alguns livros, então podemos deixar tal assunto para outro momento.

Quero apenas fazer algumas observações sobre a matéria do programa “Fantástico” com a chamada “Casos recentes de ódio e intolerância têm se espalhado pelo Brasil”. Não assisto a esse programa há anos e sugiro a qualquer família que pare de acompanhar tal lixo. Mas depois de receber dezenas de mensagens de seguidores com link para o programa, fui dar uma conferida.

É uma aula de desinformação.

Segundo ensina o ex-general Pacepa, chefe da polícia política romena na época da Guerra Fria, uma peça de desinformação sempre é baseada em alguns aspectos reais. Você pega elementos reais e os distorce para transformar a peça numa propaganda política, vender uma mensagem de acordo com os seus interesses.

No caso da matéria, o objetivo é claro já na chamada. O Brasil estaria sendo tomado por ódio e intolerância, produzido por conservadores, na matéria mais especificamente representados por evangélicos.

Para retratar os evangélicos como intolerantes, eles pegaram casos de traficantes “evangélicos” que estariam expulsando na ponta do fuzil Mães de Santo, obrigando a destruir os seus terreiros de umbanda. É simplesmente desonesto utiliza um traficante como exemplo de evangélico. Sem contar que usualmente a emissora trata traficantes como vítimas da sociedade e mudou a postura somente para vilificar evangélicos. Não consigo imaginar qualquer evangélico que eu conheço praticando tal violência contra um umbandista.

De qualquer forma, retratado o evangélico como um intolerante violento na figura de um traficante, a matéria muda o foco para as exposições de “arte” em SP e POA que levantaram a discussão sobre a apologia da pedofilia. O espectador está pronto a ver “outro exemplo” de toda a intolerância conservadora.

Propositalmente, transformam o ato de uma menina manipulando um homem nu em público como algo “puro”, foi apenas uma criança tocando o pé de um artista, acompanhada da sua mãe, o que é factualmente errado, pois não foi o pé que ela tocou. Manipulação sutil da situação, mas efetiva.

Em seguida, o foco da questão é modificado para a nudez, com exemplos de obras de artes clássicas onde há nudez. Outro truque barato. Ninguém discutiu nudez em si na polêmica, mas sim a exposição de uma criança a um ato que pode facilitar a ação de um pedófilo, já que normatiza esse tipo de contato como aceitável.

Depois, é abordada a exposição de “arte” em Porto Alegre, onde teriam participado dezenas de artistas conceituados, que teriam sido censurados pelos conservadores malvados. Em nenhum momento é explicado que a exposição em si foi montada com o OBJETIVO de ser visitada por estudantes, tudo patrocinado com dinheiro público. ESSE foi o problema. Ou seja, novamente esconderam a verdade.

A desonestidade continua com a maneira que as obras foram apresentadas na reportagem. Aquelas mais polêmicas, como a que mostra um menino negro praticando sexo oral num branco, sendo sodomizado por outro branco ao mesmo tempo, foi apresentada ao fundo, sem a possibilidade do espectador poder perceber do que se tratava. Qualquer pessoa razoável ficaria indignado ao saber que tal obra estaria sendo exposta a crianças.

Continuando a manipulação, mostram a obra que retrata Jesus como uma espécie de Shiva para provar que não houve vilipêndio a símbolos religiosos, mas calam sobre outra “obra” que mostra hóstias com palavras inscritas em vermelho como “cu”, “buceta”, “língua”, etc… Só um idiota pode não perceber que se trata exatamente daquilo que a lei veda. Mas o espectador não ficará sabendo disso.

Para completar o engodo, são chamados a dar opinião apenas aqueles que defendem o ponto de vista da matéria, incluindo aí um político petista, sendo que o público não é alertado do fato.

A mais hipócrita é a afirmação feita que todos os pontos de vista “devem ser respeitados”, ao mesmo que trata o ponto de vista diferente como “racista”, “preconceituoso” e “intolerante”.

Creio que essa matéria é ótimo exemplo de como a imprensa brasileira virou apenas um veículo de propaganda do projeto de engenharia social esquerdista, com raríssimas exceções. Tal projeto é diretamente responsável pela total destruição das bases morais da sociedade, o que já se reflete no caos total presenciado diariamente, com a criminalidade em alta em todas as esferas.

Cabe ao brasileiro do bem dizer chega, chamar esses canalhas pelo nome e boicotá-los, além de construir alternativas ao seu virtual monopólio da informação.

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10/10/2017

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